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CRP-RJ discute ética, laicidade e atendimento online em debate com futuros psicólogos

15/09/2026 · Equipe PsiAgente · 3 min de leitura

CRP-RJ discute ética, laicidade e atendimento online em debate com futuros psicólogos

Um debate para além da universidade

No dia 9 de setembro, o Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CRP-RJ) participou de uma atividade no campus Bonsucesso da Unigama, dedicada aos estudantes do curso de Psicologia da instituição. A conselheira Elisa Martins Silva (CRP 05/64825) e a colaboradora Iamara Peccin (CRP 05/73933) conduziram uma conversa sobre ética profissional e os desafios da prática contemporânea — um tema que, embora voltado a quem está em formação, também serve de lembrete útil para quem já atua em consultório.

Os temas abordados

Segundo o CRP-RJ, a atividade percorreu pontos centrais da atuação ética da profissão:

  • O Código de Ética Profissional do Psicólogo como referência permanente de conduta;
  • A regulamentação do atendimento online, modalidade que se consolidou nos últimos anos e que segue exigindo atenção a normas específicas do Conselho Federal de Psicologia;
  • O papel orientador do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP);
  • As normativas vigentes sobre a atuação laica da Psicologia, com destaque para a resolução que orienta o profissional a não pautar sua prática por crenças religiosas ou concepções pessoais de mundo;
  • O respeito à pluralidade como princípio de atuação.

De acordo com o conselho, o objetivo do encontro foi fortalecer o vínculo com as futuras e os futuros profissionais, buscando o desenvolvimento de uma Psicologia responsável, crítica e alinhada às necessidades da sociedade fluminense.

Por que isso interessa a quem já está em consultório

Ainda que a atividade tenha sido voltada a estudantes, os temas tratados são os mesmos que orientam a rotina de quem já exerce a profissão de forma autônoma. A atuação laica, por exemplo, segue sendo um ponto de atenção recorrente em processos éticos: cabe ao psicólogo conduzir o atendimento sem impor concepções religiosas, filosóficas ou morais próprias ao paciente, independentemente do vínculo pessoal do profissional com determinada crença.

O mesmo vale para o atendimento online: passados os anos de adaptação acelerada trazidos pela pandemia, a modalidade segue sujeita às normas específicas do CFP sobre sigilo, registro em prontuário e condições mínimas de prestação do serviço à distância — pontos que vale revisar periodicamente, já que o volume de atendimentos remotos se manteve relevante mesmo com a retomada do presencial.

Uma aproximação que fortalece a categoria

Encontros como esse, entre conselho e universidade, também sinalizam algo importante para quem já atua: o compromisso ético não é uma exigência estática, aprendida uma única vez na graduação, mas um tema que o Sistema Conselhos continua reforçando ao longo de toda a trajetória profissional — da formação ao consultório já consolidado.

Fonte, imagem e apoio de IA

Fonte original: CRP-RJ — CRP-RJ debate ética, laicidade e desafios da profissão na Unigama

Foto: Artem Podrez (pexels.com/@artempodrez)

Este texto foi produzido com apoio de Inteligência Artificial a partir de informações públicas divulgadas pelo CRP-RJ.

Manter o atendimento online dentro das exigências éticas e técnicas do CFP passa também por uma boa organização de bastidores: registrar cada sessão remota no prontuário, manter a agenda sincronizada com os horários combinados e garantir que a comunicação com o paciente — inclusive por WhatsApp — fique documentada. É esse tipo de rotina que o PsiAgente ajuda a sustentar no dia a dia do consultório.