Um debate para além da universidade
No dia 9 de setembro, o Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CRP-RJ) participou de uma atividade no campus Bonsucesso da Unigama, dedicada aos estudantes do curso de Psicologia da instituição. A conselheira Elisa Martins Silva (CRP 05/64825) e a colaboradora Iamara Peccin (CRP 05/73933) conduziram uma conversa sobre ética profissional e os desafios da prática contemporânea — um tema que, embora voltado a quem está em formação, também serve de lembrete útil para quem já atua em consultório.
Os temas abordados
Segundo o CRP-RJ, a atividade percorreu pontos centrais da atuação ética da profissão:
- O Código de Ética Profissional do Psicólogo como referência permanente de conduta;
- A regulamentação do atendimento online, modalidade que se consolidou nos últimos anos e que segue exigindo atenção a normas específicas do Conselho Federal de Psicologia;
- O papel orientador do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP);
- As normativas vigentes sobre a atuação laica da Psicologia, com destaque para a resolução que orienta o profissional a não pautar sua prática por crenças religiosas ou concepções pessoais de mundo;
- O respeito à pluralidade como princípio de atuação.
De acordo com o conselho, o objetivo do encontro foi fortalecer o vínculo com as futuras e os futuros profissionais, buscando o desenvolvimento de uma Psicologia responsável, crítica e alinhada às necessidades da sociedade fluminense.
Por que isso interessa a quem já está em consultório
Ainda que a atividade tenha sido voltada a estudantes, os temas tratados são os mesmos que orientam a rotina de quem já exerce a profissão de forma autônoma. A atuação laica, por exemplo, segue sendo um ponto de atenção recorrente em processos éticos: cabe ao psicólogo conduzir o atendimento sem impor concepções religiosas, filosóficas ou morais próprias ao paciente, independentemente do vínculo pessoal do profissional com determinada crença.
O mesmo vale para o atendimento online: passados os anos de adaptação acelerada trazidos pela pandemia, a modalidade segue sujeita às normas específicas do CFP sobre sigilo, registro em prontuário e condições mínimas de prestação do serviço à distância — pontos que vale revisar periodicamente, já que o volume de atendimentos remotos se manteve relevante mesmo com a retomada do presencial.
Uma aproximação que fortalece a categoria
Encontros como esse, entre conselho e universidade, também sinalizam algo importante para quem já atua: o compromisso ético não é uma exigência estática, aprendida uma única vez na graduação, mas um tema que o Sistema Conselhos continua reforçando ao longo de toda a trajetória profissional — da formação ao consultório já consolidado.
Fonte, imagem e apoio de IA
Fonte original: CRP-RJ — CRP-RJ debate ética, laicidade e desafios da profissão na Unigama
Foto: Artem Podrez (pexels.com/@artempodrez)
Este texto foi produzido com apoio de Inteligência Artificial a partir de informações públicas divulgadas pelo CRP-RJ.
Manter o atendimento online dentro das exigências éticas e técnicas do CFP passa também por uma boa organização de bastidores: registrar cada sessão remota no prontuário, manter a agenda sincronizada com os horários combinados e garantir que a comunicação com o paciente — inclusive por WhatsApp — fique documentada. É esse tipo de rotina que o PsiAgente ajuda a sustentar no dia a dia do consultório.
